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QUANDO NADA MAIS FIZER SENTIDO

31 de Outubro, 2018
Relembra-te do porquê de teres começado, em primeira instância. Pára o que estás a fazer, relaxa enquanto encostas a cabeça e respiras fundo, à medida em que fechas os olhos. Observa o interior. Inicialmente, a tua mente estará confusa, o trânsito racional uma bagunça, mas permite essa desordem, essa banda sonora e compreende-los. Com a devida atenção, eles pausarão, olhar-te-ão nos olhos e dispersarão com todo o respeito. Reflete a acerca dos motivos que te obrigam a querer desistir. Será mesmo preguiça ou algo mais? Talvez não te dedicas às tuas paixões há imenso tempo e essa limitação está a fazer das suas… Será que estás a passar por algum problema maior contigo mesma/o ou com os outros? O que será? Eu não sei a resposta certa para te dar, porém, sei que pausar e anotar as ideias pode facilitar imenso. Fá-lo. Despeja tudo, cria um mapa, dispõe por ordem de importância tudo o que tens para fazer e, no final, reflete no quão importante é que aquilo é, de facto. Pára um pouco, pausa sem medos. Respira fundo, bebe um chá, um café, uma água. Corta a paisagem com o teu olhar, deambula livremente pela casa e recomeça o dia como se tivesses acordado há cinco minutos. Vai que, no meio de tantas dúvidas, o que te faltava mesmo era olhares mais para dentro de ti e desligares um pouco do exterior! Quando nada mais fizer sentido, pára e faz reset. Não importa quantas vezes, apenas persiste e luta. Nada que valha realmente a pena vem com as garantias expressas e cabe-nos a nós meditar por elas.

SENTIDO