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The 7th Month

5 de Agosto, 2016

Sei que já lá se vão cinco dias desde que o mês de Agosto fez o seu desfile de apresentação, mas a única razão pela qual ainda não tinha escrito uma restrospetiva do mês de Julho foi por pura e simplesmente julgar que não teria muito para dizer. Após estes dias de pura reflexão, cheguei à conclusão de que sim!, eu tenho e sempre terei algo a mencionar acerca dos meses que passarem. Faça eu uso de duas ou três frases, compactar toda a informação num só texto faz-nos perceber da quantidade de coisas que desejamos manter no nosso dia-a-dia e outras que queremos excluir completamente.
Começo por dizer que Julho foi o início das minhas férias de verão, embora só me tenha sentido completamente livre quando as notas dos exames saíram. Foi o mês em que julguei que poderia verter lágrimas com os resultados dos já mencionados, quando na verdade todo o sentimento que envergava nada mais era do que a paz e a aceitação. Em Julho, celebrei o final do secundário; fiz a candidatura para a universidade; fui ao Super Bock Super Rock pela primeira vez, saindo de lá delirada pelo facto de ter visto ao vivo o Kendrick Lamar. Embora tenha dedicado a maior parte do tempo à preguiça, não me deixei consumir completamente. Foi em Julho que dei os primeiros mergulhos na praia; onde atualizei e conheci séries e filmes novos; onde desregulei os meus horários de sono, chorando até hoje por uma solução que eu tão bem conheço, de modo a colocar tudo no sítio; onde me aventurei a duzentos no Youtube, uma plataforma que me tem vindo a seduzir bastante! Em Julho, escrevi mais do que estava à espera; coloquei os pés no cinema após muito tempo sem o fazer; enchi a barriga de doces e tentações; experimentei fazer Yoga em casa; organizei e selecionei as melhores fotos destes últimos três anos; entreguei-me a um total estado de nostalgia, partilhando no Instagram fotografias da minha viagem ao Porto (e do qual estou bastante orgulhosa!). Julho foi um mês de experiências culinárias; ultrapassagem de limites; arrumações e desarrumações da estante e descobertas que me surpreendem cada vez mais. Foram trinta e um dias na companhia do Twitter, uma rede social onde eu jurava nunca mais colocar os pés depois dos vícios do passado; trinta e um dias de pura tranquilidade.
Em suma, e julgo não ter muito mais para mencionar acerca do sétimo mês do ano, Julho foi o mês em que vivi intensamente o que é estar de férias no puro conforto da minha casa. Não me colocarei para aqui a ansiar coisas para Agosto, embora tenha uma pequena esperança de que as coisas sejam mais agitadas. Caso não o seja, espero apenas poder recarregar todas as energias de que necessito para a fase que aí se aproxima! Afinal, estar de férias é sempre bom!