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E o que acontece após 1 Ano de #BulletJournal?

2 de Outubro, 2017
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Há uns meses atrás, sensivelmente no início do ano, partilhei por aqui como estava a ser a minha experiência com o BUJO, mesmo tendo em conta a pouca utilização que o tinha dado. Um ano depois, posso afirmar com toda a certeza que foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado: no lugar das já disponíveis agendas, optei por construir um caderno, onde pudesse dar rédeas à minha organização, sem me perder nos meus próprios pensamentos. Jamais me passaria pela cabeça que esta prática perdurasse, nem tão pouco imaginei que fosse mesmo adorar dedicar, no início de cada mês, algumas horas a desenhar os calendários, os separadores para cada item ao qual quero dedicar um tempo extra, assim como apontar, em dias espontâneos e sem regras, os meus afazeres.
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Se no ano passado eu joguei a favor do caderno manufaturado, em Setembro de dois mil e dezassete, concedi o papel principal ao caderno do Mr. Wonderful, que a Beatriz me ofereceu no meu aniversário. Assim que o desembrulhei, logo soube como seriam passados os seus próximos dias e, até agora, só tenho maravilhas a dizer. Para início de conversa, o caderno apresenta-se com um pequeno texto bastante inspirador, impresso em capa dura, mesclado com as páginas lisas através de argolas. Só por este pequeno detalhe, sabemos logo que o acesso às futuras ideias serão sempre acessíveis. Por nunca perder a liberdade na hora de apontar, é que tenho vindo a considerar esta forma de organização muito a minha cara. Tal como já disse, se me tivessem informado de que eu passaria a utilizar agendas de forma religiosa, eu não teria acreditado.

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O veredicto é bastante simples: se me estou a sentir na pessoa mais organizada, com os pés assentes na terra e sempre pronta a aceitar um evento, é porque encontrei no BUJO uma qualificação extraordinária, não só pelo conceito, mas também pela maneira como nos faz sentir, mês após mês. O ideal, para mim, é desenhar as páginas conforme uma linha de pensamento minimalista, decorando aqui e ali com desenhos, fornecendo tabelas ao seu espírito, extrapolando o conceito de se ser um artista nos tempos livres. É por estas e por outras que defendo que é bastante importante conhecermo-nos a nós mesmos e ao mundo de nos alberga, pois são nos pequenos detalhes da nossa existência, que descortinamos os melhores presentes da vida.

E viva aos Bullet Journals!
São adeptos deste método de organização? Como tem sido a experiência?